Para não esquecer. Nunca!
Sexta-feira, 13 de Junho de 2008
Felicidades

 

Ana Lúcia Ana Margarida Ana Rita André Bruno Alexandre Bruno José Cláudia Diogo João Carlos João Filipe Marta Martina Nádia Nelson Nicole Nuno Ricardo Rita Ruben Tatiana Ana Lúcia Ana Margarida Ana Rita AndréBruno Alexandre Bruno José Cláudia Diogo João Carlos João Filipe Marta Martina Nádia Nelson Nicole Nuno Ricardo Rita Ruben Tatiana Ana Lúcia Ana Margarida Ana Rita André Bruno Alexandre Bruno José  Cláudia Diogo  João Carlos João Filipe  Marta Martina Nádia   Nelson Nicole Nuno Ricardo Rita Ruben Tatiana

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No princípio foi díficil, mas eu sabia que, neste mar de nomes (nunca vos soube os números), cada um era uma onda rebelde, mas pronta a deixar-se abraçar.

 

Hoje sobra-me dizer-vos: erguei a face para a vida e em cada momento dela contai com o meu carinho.

 

Fátima Stocker

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 15 de Abril de 2008
Objectivos para o ponto

Aqui estão eles. Parecem difíceis, mas não são.  Conto com muitas dúvidas, mas espero que sejam daquelas que surgiram depois de terem estudado! Bom trabalho.

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1 – Caracteriza os aspectos essenciais da Constituição de 1911:
      Soberania
      Regime
      Divisão e separação de poderes
      Órgãos de poder
      Sufrágio
 
2 – Indica, explicando-as, as principais medidas dos governos republicanos:
      De alcance social
      De alcance laboral
      De laicização do Estado: a Lei de separação da Igreja do Estado
      De incentivo à escolaridade
Mudança dos símbolos nacionais
 
3 – Relaciona a grande instabilidade política da I República com:
      O excessivo peso do Congresso na vida política
      A agitação social
      As incursões monárquicas e as guerras-civis
 
4 – Relaciona o descontentamento popular com:
      A instabilidade política
      A participação na Grande Guerra
      A inflação crescente
 
5 – Identifica os grandes movimentos artísticos surgidos na Europa no início do Séc. XX.
 
6 Identifica as principais características de cada um desses movimentos na pintura.
 
7 – Interpreta uma pintura.
 
8 – Identifica as características essenciais da arquitectura modernista, partindo do modelo da Bauhaus.

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publicado por asergio às 19:22
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008
O Modernismo na Pintura

ATENÇÃO: DEVIDO ÀS ACTIVIDADES DOS ALUNOS DE CANOAGEM, O PONTO FICA ADIADO PARA  TERÇA-FEIRA , DIA 22 DE ABRIL

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A arte moderna surgiu em ruptura com o séc. XIX: rompe-se com os códigos, com a perspectiva, com o conceito de belo, etc. Hoje apresento aqui alguns dos mais importantes movimentos modernistas:
 
Cubismo
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 Os pintores cubistas assumem a rejeição pelas regras tradicionais da representação em perspectiva, preferindo apresentar perspectivas simultâneas, dando origem a obras estranhas, mas só na aparência. Essa estranheza aparente resulta, também, do facto de os cubistas reduzirem os objectos a figuras geométricas simples. O esquema apresentado foi retirado desta página (onde podes ver algumas obras cubistas e te fornece ligações para outras páginas importantes). Pablo Picasso foi o criador do cubismo, mas nessa corrente destaca-se o seu grandeamigo
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Braque, JuanGris, etc.  Picasso, O Poeta   Braque, Mulher com Guitarra    J. Gris, Homem no Café 
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Futurismo
 
Para os futuristas, no dizer do seu criador literário, Marinetti, “ a velocidade é o nosso deus”. Os futuristas rejeitam a tradição estética e exaltam o mundo moderno, a máquina e a velocidade.
Para mostrar como o seu conceito de beleza é tão diferente, o mesmo Marinetti afirma que “um automóvel de corrida com a carroçaria de grandes tubos é mais bela do que a Vitória de Samotácia!” Que pensam disto os meus alunos?
A pintura futurista reflecte o movimento e a velocidade, ideia transmitida através de espirais, linhas curvas, etc., sendo, frequentemente, muito agressiva. G. Balla, Boccioni; Carrà, etc. são os principais pintores desta corrente
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   Balla, Velocidade de um Coclista    Boccioni, Acordar da Cidade
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Vejamos, então, Vitória de Samotrácia:
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Vitória de Samotrácia, escultura helenística
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Abstraccionismo
 
Não foi difícil a transição do cubismo para o abstraccionismo. O abstraccionismo é a arte não figurativa. Ela pode, tal como afirma Kandinsky, sugerir emoções através das cores ou, simplesmente, como defende Mondrian, não traduzir coisa nenhuma, porque a arte deve, somente, ser bela.
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    Kandinsky, Amarelo, Vermelho e Azul   Kandinsky, composição VIII  
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Mondrien, Cubos   Mondrean, Composição
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   Vejamos, agora, Mondrian na moda!
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Surrealismo
 
Nascido da psicanálise, este movimento artístico pretende transpor para as artes plásticas o mundo dos sonhos/ pesadelos. Salvador Dali foi, sem dúvida, o maior pintor surrealista.
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   Dali, Persistência da Memória     Dali, Metamorfose de Narciso
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Pintura portuguesa
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O modernismo não tardou a chegar a Portugal. Na pintura destacamos os nomes de Amadeo de Souza-Cardoso; Almada Negreiros e Santa-Rita pintor, entre outros. Apresentam-se, de seguida, algumas pinturas destes autores. Façam, por favor, o exercício de procurar encontrar as correntes estéticas em que podem ser observadas tais pinturas.
     Amadeo, Interior de casa    Amadeo, antes da Corrida
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   Santa-Rita, Cabeça
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Almada, Auto-retrato     Almada, Painel da Gare da rocha conde de Óbidos   Almada, Desenho
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Fátima Stocker

sinto-me:

publicado por asergio às 19:00
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Sábado, 1 de Março de 2008
Objectivos para o ponto

 

1 - Caracteriza o "Plano Schlieffen".

2 - Identifica as três mais importantes frentes de combate durante a Grande Guerra.

3 - Explica porque, de uma guerra que se previa curta, se passou para uma guerra longa.

4 - Aplica o conceito de "Guerra de Movimentos" à primeira fase da I Guerra Mundial".

5 - Caracteriza a "Guerra das Trincheiras", nomeadamente no que diz respeito a:

       formas de ataque;

       armamento utilizado;

       condições de vida.

6 -  Explica a importância da retirada da Rússia da Guerra e da entrada dos EUA.

- Caracteriza o tipo de sanções impostas à Alemanha pelo Tratado de Versalhes.

8 - Avalia as consequências do clausulado no  Tratado de Versalhes.

9 - Conhece o mapa político da Europa saído do Tratado de Versalhes. 

10 - Explica as consequências da guerra:

         demográficas;

         sociais;

         económicas;

 

Bom estudo

 

Fátima Stocker

 

 


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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
Propaganda Republicana
Falei-vos deste poema na aula, a propósito da propaganda republicana. Importa lê-lo com muita atenção e acrescentei algumas notas para vos ajudar a compreender melhor o seu sentido.
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O CAÇADOR SIMÃO
(a Fialho d'Almeida)

Jaz el-rei entrevado e moribundo (1)
Na fortaleza lobrega e silente ...
Corta a mudez sinistra o mar profundo ...
Chora a rainha(2) desgrenhadamente ...

Papagaio real, diz-me, quem passa ?
_É o princípe Simão (3)que vae à caça.

Os sinos dobram pelo rei finado ...
Morte tremenda, pavoroso horror !...
Sae das almas atónitas um brado,
Um brado immenso d'amargura e dor ...

Papagaio real, diz-me, quem passa ?
_É el-rei(4) D. Simão que vae à caça.

Cospe o estrangeiro affrontas assassinas
Sobre o rostro da pátria a agonisar ...(5)
Rugem nos corações furias leoninas,
Erguem-se as mãos crispadas para o ar !...(6)

Papagaio real, diz,me, quem passa ?
_É el-rei D. Simão que vae à caça.

A Pátria é morta ! a Liberdade é morta !
Noite negra sem astros, sem faroes !
Ri o estrangeiro odioso à nossa porta,
Guarda a Infamia os sepulchros dos Heroes!

Papagaio real, diz-me, quem passa ?
_É el-rei D. Simão que vae à caça.

Tiros ao longe n'uma lucta accesa!
Rola indomitamente a multidão ...
Tocam clarins de guerra a Marselheza ...
Desaba um throno em subita explosão !...(7)

Papagaio real, diz-me, quem passa ?
_É alguém, é alguém que foi à caça
Do caçador Simão ...(8)

(Vianna do Castello, 8 d'abril de 1890.Guerra Junqueiro)
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-----------
 (1)  Trata-se, naturalmente, do rei D. Luís. O poema refere-se à agonia do rei e acusa-se o filho, D. Carlos, de ser indiferente: só a caça lhe interessa!
 
(2)  A rainha D. Maria Pia, esposa de D. Luís. Junqueiro usa o advérbio "desgrenhadamente", aludindo, de forma crítica, à maneira de ser da rainha, pessoa muito afectuosa e emotiva que se não coibia de expor os seus sentimentos em público.
--
(3) O caçador Simão era Carlos Fernando Luís Maria Víctor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão: o rei D. Carlos.
-
(4) Note-se que, a partir daqui, já não é "o príncipe", é o "rei" Simão quem continua a ir à caça e é enquanto rei que D. Carlos é acusado de indiferença pelos males da Pátria.
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(5) Referência óbvia ao Ultimatum britânico.
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(6)  Referência às manifestações populares contra o Ultimatum e a cedência nacional face aos ingleses. Se só o rei é aqui citado, é porque se acusa o rei, pessoalmente, e a monarquia, em geral, de serem os responsáveis pela decadência nacional e pelo descrédito internacional de Portugal. Como sabemos, essas manifestações pouco tinham de espontâneas, pois eram quase todas organizadas pelos republicanos (PRP) e pelos monárquicos da oposição política.
--
(7) Apelo à revolução republicana
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(8) Apelo óbvio ao regicídio!
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Fátima Stocker


publicado por asergio às 17:33
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
O após-guerra; os anos 20
Meus caros

Na aula falámos sobre as consequências da Grande Guerra, nomeadamente, a inflação. Disse-vos que a moeda se desvalorizou muito, particularmente na Alemanha. Na Alemanha, país onde tudo faltava (por causa do esforço de guerra, mas também e sobretudo, por causa das indemnizações estabelecidas no Tratado de Versalhes), o dinheiro valia tão pouco, que nem pagava o papel em que vinha timbrado. Como podemos ver pela imagem, as crianças brincavam com maços de notas: era mais barato do que comprar uma boneca ou um berlinde! Até a mim me custa imaginar uma situação destas!
Pintura de Otto Dix
Outra transformação profunda motivada pela guerra tem a ver com o dia-a-dia: as diversões são, agora, um escape à memória da guerra e dos entes amados que morreram. O Jazz, vindo dos EUA, também floresce na Europa. Era tocado e dançado em clubes nocturnos, em ambiente de fumo e ruído. Otto Dix, um pintor alemão da época (mais tarde aprenderemos a chamar-lhe “expressionista”), eternizou estes e outros ambientes nas suas telas.
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Também a mulher, que assumira o esforço da guerra na retaguarda, se mostra mudada. Algumas exigem o direito de voto (são as sufragistas); muitas exigem manter-se nos trabalhos que exerciam durante a guerra (e são acusadas de egoísmo por quererem ocupar os lugares que “deveriam pertencer” aos homens que, agora, estão desempregados); muitas outras cortam o cabelo, sobem a altura das saias, desnudam os ombros, vestem-se de tecidos vaporosos, praticam desporto e adquirem vícios que a sociedade associava aos homens: o tabaco e o álcool. Como é diferente esta mulher! Comparem-se as duas, aqui representadas numa revista da época!
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____________  //  _____________

Mas à medida que os anos 20 avançam, com o dinheiro emprestado pelos EUA, a Europa parece estar a recuperar da crise profunda. Agora é ela que imita os EUA onde o Taylorismo é a nova forma de organização do trabalho e, por causa dessa nova forma, muito se produz e muito se vende e se compra. Os americanos pensam que encontraram o modelo ideal de economia e sociedade, pois tudo parece perfeito. Existe emprego e, com o seu salário, todas as pessoas podem ter acesso a bens de consumo, antes, impensáveis. Vive-se em euforia, apesar de este modelo de produção suscitar algumas críticas.
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Sobre as críticas ao Taylorismo falámos do filme “Tempos Modernos” de Chaplin e do pensamento de John dos Passos. O filme, tentarei que o vejam. De John dos Passos aqui ficam algumas palavras:

          Henry Ford (…) passou a pagar altos salários. Na sua opinião, (…) operários bem pagos poderiam economizar dinheiro suficiente para comprarem uma carripana!

          Na Ford, a produção melhorava todos os dias: menos perdas de tempo, mais vigilantes, mais contramestres; quinze minutos para almoçar, três para ir à casa de banho; por toda a parte a aceleração taylorizada: baixar, ajustar o berbequim, acertar a porca, apertar o parafuso. Baixar-ajustar-o-berbequim-acertar-a-porca-apertar-o-parafuso. Baixarajustaroberbequimacertaraporcaapertaroparafuso, até que a última parcela de vida tenha sido aspirada pela produção e que os operários voltem à noite a casa, trémulos, lívidos e completamente extenuados.
JOHN DOS PASSOS, The Big Money
Proposta:
1 - Observa cada imagem com atenção e diz o que entendeste delas.
2 - Retira, do texto de J. dos Passos, todas as expressões que digam respeito à velocidade da produção industrial.
3 - Qual a opinião do autor sobre o modelo de produção que descreveu? Justifica.
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Fátima Stocker

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publicado por asergio às 16:40
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008
Tratado de Versalhes

É importante que aprendamos que uma paz estabelecida na humilhação dos derrotados se tornará, mais tarde ou mais cedo, no fermento de novas guerras. O Tratado de Versalhes é, disso, exemplo maior. Eis alguns artigos:

 

Artigo 42 - É proibido à Alemanha manter ou construir fortificações, quer na margem esquerda do Reno, quer na margem direita, a Oeste de uma linha traçada a 50 quilómetros a Leste deste rio.

 

Artigo 45 - Como compensação pela destruição das minas de carvão no Norte da França, e por conta da importância a pagar pela reparação total dos prejuízos de guerra devidos pela Alemanha, esta cede à França a propriedade inteira e absoluta (...) das minas de carvão situadas na bacia do Sarre (...). [em anexo a esta parte estabelece-se, no parágrafo 16, que: O Governo do território da Bacia do Sarre será confiado a uma Comissão representando a Sociedade das Nações]

 

Artigo 51 - Os territórios cedidos à Alemanha em virtude [da guerra franco-prussiana de 1871 e que a França perdeu, ou seja: a Alsácia-Lorena] são reintegrados na soberania francesa (...)

 

Artigo 119 - A Alemanha renuncia, em favor das Principais Potências aliadas e associadas, a todos os seus direitos e títulos sobre as suas possessões de além-mar.

 

Artigo 159 - As forças militares alemãs serão desmobilizadas e reduzidas nas condições fixadas mais adiante.

 

Artigo 160 - A datar do 31 de Março de 1920, o mais tardar, o exército alemão não deverá compreender mais de sete divisões de infantaria e três divisões de cavalaria.

 

Artigo 173 - Todo o serviço militar universal obrigatório será abolido na Alemanha.

 

Artigo 198 - As forças militares da Alemanha não deverão comportar nenhuma aviação militar ou naval.

 

Artigo 231 - Os Governos aliados e associados declaram e a Alemanha reconhece que a Alemanha e os seus aliados são responsáveis, por deles ter sido a causa, por todas as perdas e por todos os prejuízos sofridos pelos Governos aliados e associados e pelos seus nacionais em consequência da guerra, que lhes foi imposta pela agressão da Alemanha e dos seus aliados.

 

Artigo 231 - Os Governos aliados e associados exigem (...) e a Alemanha a tal se obriga, que sejam reparados todos os prejuízos causados à população civil de cada uma das Potências aliadas e associadas e oas seus bens (...).

 

Artigo 235 - Com o fim de habilitar as Potências aliadas e associadas a empreender desde já a restauração da sua vida industrial e económica, enquanto não é realizada a fixação definitiva da importância das suas reclamações, a Alemanha pagará, durante os anos de 1919 e 1920 e os quatro primeiros meses de 1921 (...) em ouro, mercadorias, navios, valores ou outra forma (...) o equivalente a 20 000 000 000 (vinte biliões) de marcos ouro (...)

 

Como pode deduzir-se, dinheiro, matérias-primas (carvão e ferro), navios mercantes e navios de guerra, submarinos, aviões, animais, etc. tudo foi contabilizado e a Alemanha foi obrigada a pagar. A título de exemplo, para que se perceba as minudências a que se chegou, diz-se assim  

 

 Anexo IV

 § 6 - a título de adiantamento imediato, (...) a Alemanha compromete-se a entregar à França nos três meses que se seguirem à entrada em vigor do presente Tratado (...) as quantidades abaixo especificadas em gado vivo:

 

      500  garanhões de 3 a 7 anos;

  30 000 poldras e éguas de 18 meses a 7 anos (...);

   2 000  touros de 18 meses a 3 anos;

  90 000 vacas leiteiras de 2 a 6 anos;

    1 000  carneiros inteiros;

100 000  cabras

 

Anexo V

§ 2 - A alemanha entregará à França sete milhões de toneladas de carvão por ano, durante dez anos (...).

 

§ 3 - A alemanha entregará à Bélgica oito milhões de toneladas de carvão por ano, durante dez anos.

 

§ 3 - A alemanha entregará à Itália as quantidades máximas de carvão seguintes:

 

Julho de 1919 a Junho de 1920: 4 milhões 1/2 de toneladas;

   »        1920       »          1921: 6 milhões de toneladas;

   »        1921       »          1922: 7 milhões  1/2 de toneladas;

   »        1922       »          1923: 8 milhões  de toneladas;

   »        1923       »          1924: 8 milhões  1/2 de toneladas,

e, durante cada um dos cinco anos seguintes: 8 milhões 1/2 de toneladas.

 

Nota: Importa não esquecer que o presente Tratado impõe à Alemanha a perda de territórios para novos países (falaremos disso na aula), bem como o desmembramento dos restantes Impérios.

 

 

Proposta de trabalho:

1 - De que é acusada a Alemanha?

2 - Parece-te justo o clausulado do Tratado de Versalhes? Porquê?

3 - Organiza o tipo de sanções impostas à Alemanha:

     sanções territoriais

     sanções militares

     tipo de indemnizações a pagar

 



publicado por asergio às 17:55
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A Guerra das Trincheiras

Falámos do inferno que era a vida dos soldados nas trincheiras. Falar é pouco; ver fotografias ajuda um bocadinho. Deixo aqui algumas (cliquem sobre as imagens para as ampliar)

Aqui não se vive; aqui adia-se a morte!

 

Entre uma trincheira e a trincheira do adversário distam, às vezes, escassas dezenas de metros: é uma "terra de ninguém" na qual jazem, apodrecendo, os camaradas mortos. Será sobre esses corpos que os soladados caminharão quando for dada a ordem de ataque à trincheira inimiga. As feridas na alma não são, certamente, as mais leves que se trazem da guerra!

Viver nas trincheiras é adiar a morte! A morte chegará pelo fogo inimigo, pelos gases tóxicos que asfixiam ou afogam ou pelas doenças que, inevitavelmente, se contrairão neste inferno de lama!

 

Há aspectos das guerras que são pouco mencionados, como é o caso da destruição do meio ambiente. O bosque de Delville era era fresco e belo devido ao seu arvoredo denso. Tornou-se nisto depois da batalha do Somme:

Bosque de Delville no Verão de 1916

Em muitos lugares, de tão pisados, demorou muito tempo a nascer, até, a erva!

 

Gostaria muito que abrissem a página do Imperial War Museum britânico (clicar nas palavras sublinhadas) e que percorressem as páginas das histórias pessoais lá contadas. Bem sei que está em Inglês, mas tenho a certeza de que a vossa professora aceitará, de bom grado, trabalhar esses textos convosco.



publicado por asergio às 17:15
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008
Objectivos para o ponto

Antes de mais:

 

Tinha prometido pôr-vos aqui os gráficos sobre a corrida aos armamentos. O Sapo não me está a deixar carregar imagens, por isso tive que me socorrer de uma alternativa.

 

Para que os meus alunos possam ver os ditos gráficos, por favor entrem aqui (clicar sobre estas palavras). Lá estão propostas de análise dos dados.

 

Agora, sim, aqui ficam os objectivos para o ponto:

 

Objectivos para o ponto
 
1 – Relaciona a Conferência de Berlim com a crescente industrialização europeia.
 
2 – Indica o princípio que norteou as decisões dessa Conferência.
 
3 – Identifica, no mapa, os grandes impérios coloniais europeus.
 
4 – Explica o contexto em que surgiu o “mapa cor-de-rosa".
 
5 – Justifica a preponderância económica da Europa no início do séc. XX.
 
6 – Explica, de que modo, os seguintes factores contribuíram para que se criasse, na Europa, um clima propício à guerra:
                                   disputa de mercados
                                   sentimentos nacionalistas
 
7 – Relaciona o desenvolvimento das indústrias do aço com a corrida aos armamentos.
 
8 – Reconhece as alianças militares existentes na Europa antes da I Guerra Mundial.
 
9 – Indica o clausulado essencial dessas alianças.
 
10 – Conhece o mapa político da Europa no início do séc. XX

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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008
Impérios coloniais no início do Séc. XX

Fica aqui o mapa que devem imprimir para substituir o do vosso manual que vem com erros. Têm duas opções: se querem o mapa grande, clicam sobre a imagem (e podem clicar de novo, depois de se abrir a janela das fotos do sapo) e copiam-no ampliado. Se querem poupar, podem juntar-se três e imprimir tudo numa folha única. Recortam e colam no livro sobre aquele que lá vem.

 

                              

Fátima Stocker

 



publicado por asergio às 22:09
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